sábado, 6 de julho de 2013

~ um ~

Uma rápida olhada no relógio indicava que já estava quase na hora. Abri as cortinas e deixei que a lua iluminasse uma pequena parte do quarto escuro. Pela fresta da janela, música ruim da casa ao lado adentrava juntamente com o vento gelado daquela noite idem. Não demorou muito para que o celular desse os seus primeiros sinais... O "oi", solitário e seco, dava a entender que aquela conversa, embora muito esperada, não seria uma das melhores, pelo contrário.

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