sexta-feira, 29 de novembro de 2013

fungindo à regra

Ainda morro disso! Mesmo! Vendo você assim, com uma frequência maior, no mesmo lugar. Agora de cabelo curto e de camisa xadrez, mas com o mesmo olhar adorável.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Paixonite. Até onde eu sei, ite é inflamação. Paixão inflamada? Inflamação na paixão? Vai saber, sujeito maluco.

domingo, 24 de novembro de 2013

bons ventos, querido

Na calada da noite me peguei pensando na resposta que me deram, fui jogando verde até que consegui chegar onde eu queria. Mesmo longe, agora tudo fez sentido. Não o sentido que eu imaginava, que eu esperava, mas fez. Uns problemas. Egoísta que fui, não enxerguei além de mim, fiquei aqui, escrevendo para você, de você, de nós, de mim, enquanto você estava aí, na pior, na quarentena. O chão sob meus pés se abriu depois que li todas aquelas palavras traiçoeiras. Eu que passei dia após dia procurando saber de quem era culpa, hoje sei, era minha. Hoje sei, e peço desculpas, para você e para mim. Esse mundo que anda tão complicado, meu bem, e assim é a vida, cheia de surpresas, algumas boas, outras nem tanto. Mas saiba que vai dar tudo certo, e que estou de cá, mandando energia boa, mesmo longe, agora faz sentido.

domingo, 17 de novembro de 2013

Estranho como você continua tão presente mesmo estando tão ausente. Tão presente apesar da distância, do silêncio orgulhoso, do oi e tchau, e só. Hoje quando meus olhos rapidamente visualizaram seu nome lá junto a outros tantos, bateu uma saudade, uma esperançazinha apontando bem no fundo, e que ia crescendo a cada passo dado, em vão. Te esperei. Tramei um encontro que parecesse mais natural possível, em vão. Você não apareceu, chegou antes de mim, ou depois que saí, não sei. Também não saberei. Mas enquanto eu caminhava de volta para casa, o sol estava fritando, as ruas cheias, e eu torci, torci por você, talvez por nós. Torço para ver seu nome de novo, daqui alguns dias. E para ver seus olhos também, daqui uns dias. Todos os dias.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

"Tudo se resume nisso: me sinto uma bosta, mas pareço ótimo" 
(Psicopata Americano)



Nessa noite estranha de terça-feira, em meios aos acontecimentos recentes, pensei que talvez fosse a hora de trancar as dores e os desencantos na gaveta e jogar as chaves fora. Quando vejo os saldos dos últimos dias, percebo que tenho apostado muitas fichas em mãos derrotadas. E embora não pareça, tenho perdido, muito.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

reforçando:

Eu sei que meu blog está tendo uma repercussão maior do que eu gostaria. Mas já que aconteceu, preciso esclarecer uma coisa: quase nada aqui escrito condiz com a realidade. Não se iluda com minhas verdades inventadas, minhas verdades aumentadas, minhas verdades.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

~quatro~

Apesar dos pesares, novembro começou doce, adorável, sedutor. Chuva fina caindo lá fora, o sol dando as caras vezenquando, fraco, apenas fazendo o seu papel, e depois chuva fina de novo, às vezes sol fraco e chuva fina, juntos, do jeito que eu gosto. Flores bonitas por toda parte, pássaros voando alto no céu ou cantando perto da janela. Tinha tudo para ser um doce novembro, como muitos outros já foram. Doce primavera, doce amor.

domingo, 3 de novembro de 2013

~três~

Até mais. Adeus. Quatro meses. Pouco mais, pouco menos. Se eu quisesse, saberia com precisão as horas, os minutos, talvez até os segundos que se passaram depois daquele dia cinzento que te deixei tomando chá gelado de manga e saí para o frio da noite, à francesa, sem sequer olhar para trás. Mas recordo bem, ainda hoje, dos espaços em branco, das entrelinhas, do silêncio. Até mais. Adeus. Tanta perda, tanta dor desde então.

~dois~

Um ano, trezentos e sessenta e cinco dias bem divididos entre os sorrisos doces e o gosto amargo do fel. A linha que me prendia à alegria se rompeu depois que você se foi. O que me restou foram dias cheios. Cheios de tanto vazio. Cheios de saudades, de lembranças. Lembranças que tentei deixar para trás para continuar seguindo. Mas veja bem, passaram-se vários dias e ainda te espero tarde da noite, nas tardes dos dias. E quando, vez em sempre, lembro do nossos doces dias juntos, eu sorrio, um sorriso meio triste, algo  machucando, arranhando levemente as feridas, descascando, sangrando.

sábado, 2 de novembro de 2013

~um~

Hoje não vou me importar se o porteiro interfonar para reclamar do barulho, vou ouvir música no volume máximo, comer amendoim e tomar coca trincando de gelada enquanto assisto o sábado virando domingo, enquanto vejo cada minuto que completa a hora passar e levar consigo o dia que era para ser um dos melhores do ano. É triste sim, eu sei, ver cada segundo do dia indo embora e não poder fazer nada... Depois de tanto tempo, tantas expectativas.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

quinta da discórdia

Há muito eu queria falar da quinta dos amigos, antes mesmo dela virar quinta da discórdia. Já havia pensado e começado, mas nem dei continuidade. A quinta dos amigos (que começa quinta e termina sexta) continua, para nós, os integrantes, os amigos, a mesma noite adorável de sempre. Partidas incríveis de scrabble, vídeos e fotos legais, música e comida boa, the voice, às vezes amor e sexo, às vezes bronca do porteiro, às vezes visitas (in)esperadas.... E às vezes "porque hoje tem quinta dos amigos"! Whyyyyyyy?!? Why, gente!?!

Enquanto fotos nossas rolam nas conversas em grupos e nossos nomes nas mais diversas bocas... nós nos divertimos. Divertimos muito, garanto. Inventamos palavras, combinamos de falar "botequim!?!", gravamos, e rimos muito disso. Muito mesmo, até que os sons de nossas risadas saem pelos vãos da porta e inundam as paredes vizinhas. Lá dentro ninguém sabe o que eles provocam, mas imaginamos.

E rimos disso também!

A próxima quinta dos amigos não tem lugar definido, mas teremos que correr, tem gente querendo entrar... But... bye bye, so long!

(Milk kai disse que tem vontade de mandar todo mundo ir tomar... na caneca i like odonto - doctor shop, talvez.)