quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Post de fim de ano incompleto

E o fim do ano chegou, junto com ele algo pesando nas costas, o peso dos quase 365 dias, dos desejos do ano novo passado não realizados, dos arrependimentos, daquele tanto de coisas que a gente queria fazer e não fez, ou não fez como deveria. É triste, sim, eu sei, mas como tudo que é ruim, passa. Passa rápido, até! Agora mesmo chega janeiro. Outro mês, outro ano, outras expectativas, desejos, planos e promessas.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Segunda semana de férias e eu aqui sem muita coragem de sair de casa, de encarar as ruas, os bares, os locais que costumávamos frequentar ou até mesmo você por ai. Verdade! Eu realmente estou com medo de me deparar com você, medo de trocar olhares, de um contato de epidermes por mais breve que seja... essas coisas doloridas, sabe? Essas coisas que eu tentei evitar, sim, eu tentei, ah, tentei!

Veja bem, eu esperei, esperei muito por uma ligação no final da tarde ou no começo do dia, por uma mensagem tarde da noite ou você aqui na tarde de algum dia. Mas você simplesmente dobrou a esquina e me deixou a ver navios. Saiu sem dizer até breve, hasta la vista, adeus, nem mesmo tchau.

Tenho me sentido errada na tradução. Descobrindo o porque disso, se a culpa foi minha, sua -ou nossa- dos (des)encontros, do destino, ou qualquer outra coisa parecida. Vou vivendo os dias que passam lentamente, que morrem quase sempre sem paixões nem brilho. A vida segue, do jeito que tem que ser.

Mas você se foi

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Quase uma carta (aberta)

Caro Taviola,

juro que ouvindo Mallu me deu uma vontade de escrever para você, mesmo... Acho que é um sinal... "Olha só, moreno" às 22h, de uma sexta supimpa como as de outrora (rs)!! O tempo anda difícil e a vida tropeçando... eu caindo, levantando, e você me ajudando, sempre. Veja bem, o ano está acabando, e ainda há muitos i's para sempre pingados, muitas frases para serem pontualizadas, não sei se com vírgulas, pontos finais, exclamações ou interrogações, também não sei como isso vai terminar, se do jeito que pensamos ou com uma reviravolta nunca imaginada...

Talvez seja melhor continuarmos nesse estágio de dúvida que caminha junto com uma alegria plena, ok, uma alegria, sem o plena, mas que dá para ir levando. Talvez eu esteja vendo em cada canto o lado bom, mas penso que agora pode ser diferente. Tem que ser! Novo ano, dois mil e catorze. Olha só, parecia tão distante, mas já está aí, limpando os pés no tapete, batendo à porta e dando bons tapas em nossas caras. 2014...

???

Com carinho, esperança, saudade ...,
kamiloca boboca

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Vez ou outra eu tenho que subir aquela conversa até o topo e então ler novamente até o final, como das outras 500e tantas vezes.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

e agora, 2014?!

E então eu tenho que aceitar os fatos. Aceitar que o vento levou para longe todo aquele futuro bonito e tentador que teríamos pela frente. Que continuei aqui, com a esperança que nunca morre, algumas poucas notícias e muitas saudades. Eu esperava encontrar seu nome ali, dentre os 50 primeiros, e foi a partir daí que imaginei boa parte dos meus dias futuros, sim, porque 2014 seria, conforme o combinado, o ano do recomeço, dos bons momentos e das boas histórias. Mas agora me vejo num futuro incerto, sem muitas expectativas, sem muitas realizações quando o assunto é você.

Sei que ficar escrevendo aqui não vai adiantar muita coisa, sei que você pensa que acabou blog, afinal eu mudei o endereço do tão conhecido "letit_be" para "pipocaecha", mas eu continuo aqui tentando verbalizar os momentos, os sentimentos, mesmo que em vão. Veja bem, eu sei de muitas coisas que você não sabe: horários, perfumes, alguns vícios e virtudes e outras tantas que eu gostaria que soubesse, adoraria, até. Adoraria te falar todas aquelas coisas que deixamos passar nos nossos dias corridos e o quanto ainda torço por nós.

Nunca te falarei isso, não cabe a mim o próximo passo. Sei que devo esperar por uma resposta, e sei que suporto a espera. Eu sempre esperei, afinal.