terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Segunda semana de férias e eu aqui sem muita coragem de sair de casa, de encarar as ruas, os bares, os locais que costumávamos frequentar ou até mesmo você por ai. Verdade! Eu realmente estou com medo de me deparar com você, medo de trocar olhares, de um contato de epidermes por mais breve que seja... essas coisas doloridas, sabe? Essas coisas que eu tentei evitar, sim, eu tentei, ah, tentei!

Veja bem, eu esperei, esperei muito por uma ligação no final da tarde ou no começo do dia, por uma mensagem tarde da noite ou você aqui na tarde de algum dia. Mas você simplesmente dobrou a esquina e me deixou a ver navios. Saiu sem dizer até breve, hasta la vista, adeus, nem mesmo tchau.

Tenho me sentido errada na tradução. Descobrindo o porque disso, se a culpa foi minha, sua -ou nossa- dos (des)encontros, do destino, ou qualquer outra coisa parecida. Vou vivendo os dias que passam lentamente, que morrem quase sempre sem paixões nem brilho. A vida segue, do jeito que tem que ser.

Mas você se foi

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