sábado, 25 de abril de 2015


Daquele dia em diante, tudo ficou meio incompleto, os dias vão passando depressa, o final de semana chega, e vai embora, e chega de novo e nada de taquicardias, nada da gente.
Até que me falaram, e eu duvidei! De novo não! Preferi acreditar que estava tudo certo, e que, se não estivesse, logo estaria. Mas às vezes a vida bate na nossa porta para cobrar nossas dívidas, e não há quem a impeça de fazê-lo.
E foi assim, como um tiro: certeiro, agoniante. Tudo ia bem, e, de repente, silêncio. De repente, quando olhei para frente, você não estava, ficou perdido, preso no seu mundo escuro que você mesmo inventou. E vez em sempre eu tento te resgatar, te trazer de volta para mim, ou ao menos de volta para a vida. E dói te ouvir dizendo que está "levando",  dói ainda mais perceber  que nossas vidas vão seguindo sentidos opostos, que o futuro é completamente incerto, que talvez eu tenha que viver para sempre essa realidade, viver para sempre sem você.

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