Agora, olhando a chuva cair, me lembrei daquele dia quente de agosto em que demos as costas um ao outro e seguimos direções opostas, caminhamos por ruas diferentes e chegamos ao mesmo lugar. Na sorveteria onde tudo (re)começou. Pedimos o mesmo açaí: na tigela, com banana, leite em pó e granola. E uma água.
Tivemos começo e recomeço, meios e fins. Eu errei. Errei mesmo, confesso. Errei ao recusar convites, dizer palavras vagas e fingir não me importar. Mas eu também tentei, não na mesma proporção. Eu tentei além, e ainda tento, eu ainda torço.
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