domingo, 17 de novembro de 2013

Estranho como você continua tão presente mesmo estando tão ausente. Tão presente apesar da distância, do silêncio orgulhoso, do oi e tchau, e só. Hoje quando meus olhos rapidamente visualizaram seu nome lá junto a outros tantos, bateu uma saudade, uma esperançazinha apontando bem no fundo, e que ia crescendo a cada passo dado, em vão. Te esperei. Tramei um encontro que parecesse mais natural possível, em vão. Você não apareceu, chegou antes de mim, ou depois que saí, não sei. Também não saberei. Mas enquanto eu caminhava de volta para casa, o sol estava fritando, as ruas cheias, e eu torci, torci por você, talvez por nós. Torço para ver seu nome de novo, daqui alguns dias. E para ver seus olhos também, daqui uns dias. Todos os dias.

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