Um ano, trezentos e sessenta e cinco dias bem divididos entre os sorrisos doces e o gosto amargo do fel. A linha que me prendia à alegria se rompeu depois que você se foi. O que me restou foram dias cheios. Cheios de tanto vazio. Cheios de saudades, de lembranças. Lembranças que tentei deixar para trás para continuar seguindo. Mas veja bem, passaram-se vários dias e ainda te espero tarde da noite, nas tardes dos dias. E quando, vez em sempre, lembro do nossos doces dias juntos, eu sorrio, um sorriso meio triste, algo machucando, arranhando levemente as feridas, descascando, sangrando.
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