Até mais. Adeus. Quatro meses. Pouco mais, pouco menos. Se eu quisesse, saberia com precisão as horas, os minutos, talvez até os segundos que se passaram depois daquele dia cinzento que te deixei tomando chá gelado de manga e saí para o frio da noite, à francesa, sem sequer olhar para trás. Mas recordo bem, ainda hoje, dos espaços em branco, das entrelinhas, do silêncio. Até mais. Adeus. Tanta perda, tanta dor desde então.
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